sexta-feira, 25 de março de 2011

Rafinha Bastos e Luciano Huck lideram lista de mais influentes do Twitter

É difícil viver num mundo em que o Luciano Huck é influente em alguma coisa. Que espécie de influência ele exerce sobre as pessoas?

Estimula a comprar seguidores do Twitter, sorteando eletrônicos? Estimula a só responder sobre assuntos que lhe interessam em entrevistas?

Faz as pessoas julgarem normal que o roubo do seu rolex seja um assunto que mobilize mais a imprensa do que a disparidade gritante entre o número de homícidios realizados contra negros em relação aos brancos?

Estimula a achar que é normal usar uma tragédia natural para aumentar o número de cadastros de seu site de descontos?

Quem inventou que um menino rico de São Paulo, famoso por expor mulheres seminuas, copiar programas estrangeiros e explorar a miséria, supostamente ajudando pessoas em quadros emotivos, é o bom moço do país?

Que bom que temos um formador de opinião como Luciano Huck.

Seguramente, logo teremos movimentos políticos importantes criados por ele.

Como aquele feito há uns anos para protestar contra a entrada de clientes usando Havaianas no Gero.

3 comentários:

  1. Bem, Foca, é como diria o Sr. Omar, o agente funerário papa-viúva do "Todo mundo odeia o Chris" (um de meus maiores vícios televisivos): "Trágico! Trágico!".

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  2. é, malandragem, durma-se com um barulho desses

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  3. O mundo está acabando...

    Ontem, leio no Globo: "Fernando Pessoa: genial, vaidoso e sem imaginação".

    O importante biógrafo pesquisa durante uma década a vida do maior poeta de todos os tempos, lança uma obra que se intitula "Quase uma autobiografia", e descobre que ele não tinha imaginação. Jura? Quer dizer que em todos os heterônimos, incluídos aí os 55 descobertos na pesquisa, a imaginação, "a louca da casa", passou longe?
    Então, tá!

    Hoje, os bobalhões liderando uma lista idiota de os mais influentes-sei-lá-do-quê. Como dizia o Gonzaguinha: Não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz...

    Aí, só bebendo, 'pra tornar o outro interessante", a mim inclusive. (rsrs)

    Por isso, ao chope!

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